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MeigaNo fundo, bem no fundo todos nós queremos mudar, buscamos mesmo inconsientes a transformação redentora, o sonho repetitivo, escondido e reprimido.

Metamorforse completa, de felpuda e urticante lagarta a bela colorida borboleta, mas com o poder de cegar aqueles que suas asas tocarem.

Meiga
O que na maioria das vezes nos falta é coragem para enfrentar o trauma que toda mudança traz em seu bojo.

Assim continuamos batendo de frente com as coisas/pessoas/lugares/situações que nos machucam.
Mas a certeza da mudança por si só redime; é um grande alento.

William H. Stutz

Biografia

S.: F.: U.: Zap S.: F.: U.: Quarta-feira
S.: F.: U.: A cuba de CubaS.: F.: U.: Estrela do Sul
S.: F.: U.: A menina e o marS.: F.: U.: Resposta a Augusto
S.: F.: U.: Eso de crear yo no me lo creoS.: F.: U.: Feinha feinha
S.: F.: U.: Cheiro verdeS.: F.: U.: Cata-vento
S.: F.: U.: DesencontroS.: F.: U.: Rendição
S.: F.: U.: Borboleta( Em site para Anna Chris )S.: F.: U.: De pássaros, aves e palavras
S.: F.: U.: AusênciaS.: F.: U.: Criança
S.: F.: U.: Boca de mulherS.: F.: U.: A ponte
S.: F.: U.: Coração há caminho?S.: F.: U.: Bala, bola, boliche
S.: F.: U.: Sem palavras   S.: F.: U.: Não atire o pau no gato
S.: F.: U.: Dizer adeusS.: F.:U.: Poema de agosto
S.: F.: U.: Sons noturnosS.: F.:U.: Simpatia
S.: F.: U.: Vinte nove de AgostoS.: F.:U.: Poeminha da esperança
S.: F.: U.: AbsintoS.: F.:U.: The bat and the hat
S.: F.: U.: MinasS.: F.:U.: Sonho para um Natal
S.: F.: U.: Há dez anos   S.: F.:U.: Crime e castigo
S.: F.: U.: Soneto apaixonado   S.: F.:U.: Minhocas
S.: F.: U.: Poemninha a toa   S.: F.:U.: Inspiração alguma
S.: F.: U.: Se eu fosse poeta   S.: F.:U.: Verde e amarelo
S.: F.: U.: Vampiro   S.: F.:U.: Sétimo selo
S.: F.: U.: Consolo   S.: F.:U.: Dois mundos
S.: F.: U.: Janela   S.: F.:U.: Plantio
S.: F.: U.: Poema para uma poesia   S.: F.:U.: Força da amiga
S.: F.: U.: SistemaS.: F.:U.: Melancolia
S.: F.: U.: Era uma vez um carnaval   S.: F.:U.: Tocaia   
S.: F.: U.: Longa estradaS.: F.:U.: Bilhete
S.: F.: U.: Lua viradaS.: F.:U.: Saci da Lia
S.: F.: U.: Presente divinoS.: F.:U.: Seda
S.: F.: U.: Flor de pitangaS.: F.:U.: Amigo da onça
S.: F.: U.: O trechoS.: F.:U.: O trecho segundo ato
S.: F.: U.: O trecho terceiro atoS.: F.:U.: Desmanche   
S.: F.: U.:  Voar S.: F.:U.:  Reconto de natal    (Novo!)
S.: F.: U.: O Trecho quarto ato S.: F.:U.: Longe de ti   (Novo!)
S.: F.: U.: Para Danuza Leão S.: F.:U.: Para Sarah   (Novo!)
S.: F.: U.: Procura-se    (Novo!) S.: F.:U.: O gringo   (Novo!)

 

 

 

 

mural de recados

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Título: FLOR DE PITANGA
Autor: William Henrique Stutz

""(...) São poucos os autores com habilidades para soltar suas histórias assim, de mansinho, acompanhadas dessa voz meio felina, meio preguiçosa, que vai se enroscando no imaginário e pousando de mansinho na mente. William é raro, é mestre(...)" (Beto Muniz)

Download:do livro  AQUI ou na biblioteca da AVBL

Título: UM DEDO DE PROSA, um pouco de verso
Autor: William Henrique Stutz

"(...) Um Dedo de prosa, um pouco de verso" é uma mudança, metamorfose completa sem medo, sem susto. É um pouquinho de cada minuto de minha vida, do real ao imaginário-real, vivido, sonhado, sentido.
Uma pausa, amigos, para um dedo de prosa e um pouco de verso.
Sem cronologia, escolhidos ao acaso, um completa o outro de um jeito assim, ou de um jeito outro." (William Henrique Stutz)

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Título: CRÔNICAS DE UMA CIDADE - Uberlândia do Cerrado
Autor: William Henrique Stutz

"(...) Tive o privilégio de ler, em primeira mão, os textos através dos quais nosso sanitarista conta experiências, revela observações com minhocas e fala das impressões dele sobre a devastação da natureza nos cerrados das Gerais. A obra literária que Stutz lega à sociedade do presente é composta basicamente de textos publicados no Jornal CORREIO. Recomendo o livro aos leitores, não para simples apreciação dinâmica das crônicas, mas porque o autor é dedicado apreciador da natureza e, como cientista e humanista, severo crítico do processo social moderno.
Nos textos aparentemente simples, Stutz aborda temas com olhos de cientista e sensibilidade de escritor. Esse cronista do cotidiano, que ironiza a conduta humana na modernidade, promete."
(Ivan Santos - Jornalista – Editor de Opinião do Jornal CORREIO)

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