Lua cheia ontem nasceu amarelo ouro, beleza tensa - imensa - suaviza noite adentro.
Solos inflamados de violino em fogo traçam seu musical e celeste caminho seguro.
Torna-se clara, mansa, flutua entre estrelas jóias. Sempre só – solitária nobreza. Pausa breve, descansa.
Lenta busca a proteção do horizonte, melancólica se deita – se faz tarde.
Nascerá minguante sedenta agonizante brilho a enfraquecer até se tornar nova,
bancos de pedra, úmidas tatuagens a combinar com a trilha escura,
outra vez cumprindo sina, se torna crescente como a ter pressa se transforma rapidamente melancólica de tão cheia,
Reluzente ciclo - aplausos - eternamente.
William H. Stutz/ junho 2006