| |
||
![]() |
||
![]() |
![]() |
|||
![]() |
![]() |
|||
|
Esta Subfamília inclui os verdadeiros morcegos vampiros. Estes morcegos possuem apêndice nasal rudimentar, em forma discóide. A cauda encontra-se ausente. Para caminhar, pular, escalar, adotam a posição quadrúpede, com o auxílio dos polegares longos e largos, providos de calosidades. Os morcegos desta Subfamília sofreram algumas adaptações que lhes permitiram alimentar-se de sangue: caninos modificados para cortar a pele; incisivos superiores longos e cortantes que permitem abrir a ferida, de forma indolor; redução do tamanho dos dentes molares e premolares; presença de substância anticoagulante na saliva; língua sulcada que permite ao sangue fluir por capilaridade para o interior da boca; estômago e rins especializados na absorção e processamento do plasma sanguíneo e presença de sensores térmicos localizados no apêndice nasal, que permitem detectar áreas mais intensamente vascularizadas na pele da presa.
Distribuição geográfica: regiões tropicais das Américas, isto é, do Norte do México ao Norte da Argentina. No Brasil ocorrem as 3 espécies da Subfamília Desmodontinae: Desmodus rotundus, Diphylla ecaudata e Diaemus youngi. Alimentação: exclusivamente de sangue. Abrigos: cavernas, minas, túneis, bueiros, ocos-de-árvores, edificações humanas, entre outros. Raiva: no Brasil, as 3 espécies da Subfamília Desmodontinae foram identificadas com o vírus rábico (Desmodus rotundus, Diphylla ecaudata e Diaemus youngi). Fonte: ( 70 ) Método Visual para Identificação de Morcegos do Distrito Federal - Diretoria de vigilância Ambiental SES/GDF.
|
||||
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |